Mercado de Peixe faz shows em SP, São Carlos e Bauru e lança primeiro documentário

Mercado de Peixe

Mercado de Peixe

O Mercado de Peixe segue com a turnê Água da Faca, em junho, com shows nos dias 15, no Sesc Bauru, dia 16, Sesc São Carlos e dia 23, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo.

A banda de Bauru ficou conhecida ao fundir elementos de música contemporânea e caipira, em uma espécie de paralelo ao movimento Mangue, que sugeriu unir a cultura pop e o popular, mas que no caso do Mercado ganharam características do caipira paulista e da inspiração calcada na realidade das cidades do interior.

São cidades urbanas, conectada com as vanguardas mundiais por vezes de forma tão ou mais original que nas capitais. Em Água da Faca, as referências interioranas se fundem à música de tuaregs, ciganos e na herança latina e indígena, evocada no Caminho do Peabiru, tema central do disco e do EP anterior.

A banda também lança em junho o seu primeiro documentário, um média metragem que acompanha a primeira parte da turnê Água da Faca em Bauru, São Carlos, Ribeirão Preto e São Paulo.O vídeo é dirigido por Conrado Dacax e João Flávio Lima, da Kelemu Filmes.

Links:

Vídeo de Água da Faca, single e faixa-título do disco:
https://www.youtube.com/watch?v=jwgvzwbmYIE

Link para audição:
https://soundcloud.com/mercado-de-peixe/sets/agua-da-faca/s-ItWLd

Baixe com um clique:

http://www.mediafire.com/download/njy7682etm7cvn7/Mercado_de_Peixe_Água_da_Faca_(2015).zip

​Chamado de pós-caipira por fazer uma fusão envolvendo cultura pop e referências do interior de São Paulo, como a viola, a sanfona e as letras inspirados nos “causos”, o Mercado de Peixe apresenta seu oitavo disco “Água da Faca” e o primeiro documentário sobre a banda formada há 20 anos em Bauru.

No vídeo, assinado pela Kelemu Filmes (Conrado Dacax e João Flávio Lima), aparecem os integrantes da banda e os músicos que participaram do álbum “Água da Faca”: o cantor e guitarrista Saulo Duarte, vencedor do Prêmio da Música Brasileira 2015; o percussionista Rômulo Nardes, da banda Bixiga 70; as cantoras Tika e Kika; o percussionista Junião; e o cantor e multi-instrumentista Pipo Pegoraro. Este último também mixou o trabalho, que tem direção musical do multi-instrumentista e produtor Fernando TRZ, responsável pelos arranjos, acordeons e synths.
Em “Água da Faca”, a banda que foi uma das pioneiras em folclore digital e segue experimentando as fusões envolvendo a cultura popular, adiciona africanismos e latinidades ao seu caldeirão referências. Ao mesmo tempo em que se aproxima das pistas de danças e dos guetos globais, a ligação com a natureza presente no disco é resultado de uma série de imersões realizadas da banda no sítio São Lucas, em Piratininga, a 15 km de Bauru.Isolados da civilização, eles compuseram e fizeram os arranjos para as músicas que posteriormente ganharam registro em estúdios em São Paulo, Bauru e São Carlos.

Sobre o Mercado de Peixe

Formado em 1996, em Bauru, o Mercado de Peixe surgiu como um grupo que se dedicava à música brasileira e à cultura popular. Seu primeiro álbum, “Aparições”, com registros de apresentações ao vivo, saiu em 99.No começo dos anos 2000, o grupo passou a pesquisar a cultura caipira e a incorporar viola, acordeon e as temáticas interioranas ao som.

Em 2001, após dois shows no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, apresentou o EP “A Saga Low Tech do Caipira 1”, sucedido por ‘A Saga Low Tech do Caipira 2′, em 2002.

“Roça Elétrica”, de 2003, relançado pela gravadora Atração, em 2004, levou a banda à grande mídia e consolidou o hibridismo das sonoridades e temáticas da cultura caipira com eletrônica, rock e black music.

Em 2006, o grupo explorou novos caminhos ao assimilar referências de afrobeat, música latina e letras mais livres. A experiência desembocou no álbum “Territórios Interioranos”, em 2008. Em 2010, a banda voltou aos palcos e, em 2013, com a turnê XV.

Em 2014, o Mercado lançou o EP “Caminho do Peabiru”. “Água da Faca” saiu em 2015, com shows em Bauru, Piratininga, Ribeirão Preto, São Carlos e São Paulo, no Sesc Pompeia. O primeiro documentário sobre a banda está previsto para junho de 2016, com direção de Conrado Dacax e João Flávio Lima (Kelemu Filmes).

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