Cartaz MDP AdF 2017

Conhecido por aproximar a cultura caipira do pop, o Mercado de Peixe se apresenta em seis cidades do Interior de São Paulo com a turnê Água da Faca.

Bauru, Marília, Ribeirão Preto, São Carlos, Rio Preto e Sorocaba são as cidades por onde passa a turnê, entre 11 de março e 27 de maio. Os shows têm apoio do Governo do Estado de São Paulo, pelo Programa de Ação Cultural 2016 (Proac), da Secretaria de Estado da Cultura.

Em Água da Faca, as referências interioranas se fundem à música de tuaregs, ciganos e na herança latina e indígena, evocada no Caminho do Peabiru, tema central do disco.

Em seu trabalho mais recente, a banda que foi uma das pioneiras em folclore digital e segue experimentando as fusões envolvendo a cultura popular, adiciona africanismos e latinidades ao seu caldeirão de referências.

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Da música do deserto ao ijexá, o álbum Água da Faca traz o Mercado de Peixe conectado com o underground mundial, o que reverberou em rádios e podcasts de diversas partes do mundo. Levou também a banda, formada no fim dos anos 90, em Bauru (SP), a projetar sua música para novos públicos e a reencontrar pessoas que participaram com a banda do processo de construção de uma cultura pop no interior de São Paulo.

Água da Faca propõe sonoridades que remetem a narrativas contemporâneas – como o kwaito, a house music da África do Sul, e a cúmbia psicodélica sul-americana. Essa última, cumpre importante papel conceitual, funcionando como conexão musical com os caminhos do Peabiru – lendárias rotas que ligavam vários lugares até o Peru e a cidade perdida de Machu Picchu.

O disco também evoca uma mitologia própria, envolvendo a vivência da banda no isolamento rural, em Piratininga (SP), onde o disco foi gestado de forma surpreendentemente rápida. Todas as bases musicais foram levantadas em menos de 15 dias, antes de seguirem para gravação em estúdios, onde a banda também criou, experimentou e desenvolveu parcerias.

Com arranjos e direção musical de Fernando TRZ, Água da Faca traz também o lado jazzístico e de brasilidades que o tecladista desenvolve no trio que leva seu nome e no grupo Lavoura, projeto do qual também fazem parte o baterista Paulo Pires e o baixista Fabiano Alcântara.

Tocando guitarra e viola, Ricardo Polettini mostra versatilidade ao trafegar entre o popular e a vanguarda. O mesmo se pode dizer do vocalista Juninho Madureira e da percussão experimental de Emerson Gomes Vanderlei.

Datas

Bauru – 11 de março
Praça Rui Barbosa
Centro – 12h

Marília – 12 de março
Cão Pererê – Rua Alcides Lages Magalhães, 38
Jardim Acapulco – 17h

Ribeirão Preto – 8 de abril
Praça José Rossi
Vila Virgínia – 11h

São Carlos – 9 de abril
Teatro Municipal
Rua Sete de Setembro, 1735 – Centro – 16h

São José do Rio Preto – 6 de maio
Praça Rui Barbosa
Centro – 11h

Sorocaba – 27 de maio
Parque dos Espanhóis
Rua Campos Salles, s/nº – Vila Assis – 16h

Mercado de Peixe comemora 20 anos com Maurício Pereira, Kika, Tika, Junião e Pipo Pegoraro

Mercado de Peixe por Cosmo Roncon Jr

Nome da cena musical independente do interior de São Paulo, o Mercado de Peixe comemora 20 anos no Sesc Belenzinho, no dia 21/10, em um show inédito em que recebe o cantor, compositor, produtor musical, ator e jornalista Maurício Pereira, as cantoras e compositoras Kika e Tika, o cantor, compositor e produtor musical Pipo Pegoraro e o percussionista Junião, membro [...]

Mercado de Peixe por Cosmo Roncon Jr
Nome da cena musical independente do interior de São Paulo, o Mercado de Peixe comemora 20 anos no Sesc Belenzinho, no dia 21/10, em um show inédito em que recebe o cantor, compositor, produtor musical, ator e jornalista Maurício Pereira, as cantoras e compositoras Kika e Tika, o cantor, compositor e produtor musical Pipo Pegoraro e o percussionista Junião, membro da formação clássica da banda.
O grupo formado em Bauru, em 1996, foi chamado de pós-caipira por fazer uma fusão envolvendo cultura pop e referências do interior, como a viola, a sanfona e as letras inspirados nos “causos”, a banda quebra estereótipos.
Muitas cidades do interior são urbanas, conectada com as vanguardas mundiais por vezes de forma tão ou mais original que nas capitais. Em “Água da Faca”, álbum mais recente do grupo, de 2015, as referências interioranas se fundem à música de tuaregs, ciganos e na herança latina e indígena, evocada no Caminho do Peabiru, tema central do disco.
Em seu novo trabalho, a banda que foi uma das pioneiras em folclore digital e segue experimentando as fusões envolvendo a cultura popular, adiciona africanismos e latinidades ao seu caldeirão referências.
Ao mesmo tempo em que se aproxima das pistas de danças e dos guetos globais, a ligação com a natureza presente no disco é resultado de uma série de imersões realizadas pela banda, no meio do Cerradão, em um sítio em Piratininga, a 15 km de Bauru.

Lavoura segue com turnê “Photosynthesis” e vai levar phusion para as periferias

Lavoura

Nome da nova cena paulista de música instrumental, o Lavoura é um dos grupos que vêm renovando o interesse pelo jazz. Para isso, o septeto se ampara na música brasileira e latina e no diálogo entre som, imagem e tecnologia. Com uso de sintetizadores analógicos, piano elétrico, máquinas de batidas, sax, flauta, percussão e uma cama de funk [...]

Lavoura

Lavoura


Nome da nova cena paulista de música instrumental, 
o Lavoura é um dos grupos que vêm renovando o interesse pelo jazz. Para isso, o septeto se ampara na música brasileira e latina e no diálogo entre som, imagem e tecnologia.
Com uso de sintetizadores analógicos, piano elétrico, máquinas de batidas, sax, flauta, percussão e uma cama de funk e dub, de baixo e bateria, o grupo faz um som que classifica como “phusion”.
Ao mesmo tempo em que pesquisa e cria climas, beats e timbres futuristas, o Lavoura e muitos artistas da nova cena de música instrumental brasileira como Bixiga 70, Otis Trio, Liquidus Ambiento, Guizado, Nomade Orquestra, Mental Abstrato, Kubata, Abayomi Orquestra, Marcelo Monteiro Sexteto e TRZ Trio bebem na estética de mestres como Raul de Souza, Eumir Deodato, Moacir Santos, Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, João Donato, Dom Um Romão e Azymuth.
O grupo lançou, em 2014, o álbum e espetáculo audiovisual “Photosynthesis”. Apenas este ano, no entanto, o time ficou completo com a entrada do guitarrista e produtor Thiago Duar (Guizado, Afrobombas) e do saxofonista e flautista Marcelo Monteiro (DJ Tudo, Guilherme Kastrup).
Após shows no Lo-Fi Jazz, durante a Virada Cultural, e nos Sescs Vila Mariana e Ribeirão Preto, o grupo segue com a turnê “Photosynthesis” e se apresenta no dia 15 de setembro no Z Carniceria e no dia 3 de dezembro no Urbania, do Superloft.
O Lavoura também está em fase de captação de projeto aprovado pelo Proac ICMS para levar o espetáculo “Photsynthesis”, com oficinas, para escolas e centros culturais da periferia de São Paulo. Neste projeto, o grupo irá dialogar com a cultura hip-hop e eletrônica de diferentes regiões da cidade.
SERVIÇO


Lavoura no Z Carniceria
Data: 15/9
Av. Brigadeiro Faria Lima, 724 – Pinheiros – São Paulo/SP – CEP 05426-200
Fone: (11) 2936-0934
Cartões de crédito e débito: Elo, Visa, Mastercard, Diners e American Express (não aceita cheques).
Chapelaria: R$ 5,00 – Clientes Elo não pagam chapelaria.
Serviço de valet/manobrista: R$ 25,00
Capacidade: 400 pessoas (sendo 80 sentadas)
Classificação etária: 18 anos
Possui área de fumantes e acesso a pessoas com deficiência

Lavoura no Urbania, Superloft
Data: 3/12
Horário: 16h20
Local: Superloft (Rua Cardeal Arcoverde, 2926 – Pinheiros, São Paulo/SP)
Classificação: 18 anos

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

Formas De Pagamento: Cartões Crédito/Débito, Dinheiro (Não aceita cartões ELO)

Apoio: Secretaria de Estado da Cultura, PROAC ICMS, Cerveja Sol, Beta Labs.

Patrocínio: Schweppes
Informações importantes 

Ingressos sujeitos a disponibilidade de acordo com capacidade do complexo.

Só é permitida a entrada apresentando documento oficial com foto recente (RG, CPTS, CNH, passaporte, etc.).

Os ingressos são limitados a nossa lotação e garantem o acesso.

O ingresso é individual e intransferível.

O acesso ao complexo se encerra às 2:00h. Nomes na lista não garantem o acesso.

Atingida a lotação, operamos em sistema rotativo (sai-entra).

Os lotes promocionais não ofertam meia entrada por incluir serviços agregados não previstos na legislação.

LINKS

Ouça Lavoura no Soundcloud:
https://soundcloud.com/lavoura_music/sets/photosynthesis

Vídeo do show “Photosynthesis” no Sesc Vila Mariana:
https://www.youtube.com/watch?v=rmqIxEdc-wI

Lavoura no MusicNonStop
http://www.musicnonstop.com.br/grupo-lavoura-mostra-seu-nu-jazz-puxado-no-molho-de-brasilidades-nesta-sexta/

Documentário sobre o Lavoura produzido pela Sesc TV: http://youtu.be/kdPxhFj6ySs?list=PLE_JffV-cX4owJNfWRDT6bnZwlVGAsKrP

Site oficial
http://lavoura.art.br

Spotify
https://open.spotify.com/artist/4Fm1sNae75bBkK7ZJWCMvI

Marcelo Monteiro divulgação 2

Marcelo Monteiro

A nova cena de jazz eletrônico nasce cosmopolita e urbana, inserida no movimento do future beats e no diálogo cinemático entre o som e as artes visuais. Ao mesmo tempo, o movimento bebe na estética de mestres como Raul de Souza, Eumir Deodato, Moacir Santos, Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, João Donato, Dom Um Romão e Azymuth.

Mental Abstrato em foto de RAOOS Irie

Mental Abstrato em foto de RAOOS Irie

 Em sua nova encarnação, o fusion dos anos 70 retorna como phusion, versão ainda mestiça e multicultural como fizeram os pioneiros, mas ativando máquinas e instrumentos para se integrar à cultura do remix, ao hip hop e à eletrônica do gueto. Híbrida, essa nova mutação casa groove e vanguarda orientada pelo jazz, rebelião permanente capaz de se adaptar, receber e doar influência e falar à alma, mente e corpo com igual potência. O PHUTURE, ao aliar bandas, DJs e VJs, torna-se terreno para a exploração de uma arte eletrônica com características brasileiras e latinas.
Lavoura em foto de Gabriel Quintão

Lavoura em foto de Gabriel Quintão

Com curadoria de Fabiano Alcântara (jornalista, músico) e Fernando TRZ (músico, produtor, designer), a primeira edição do Phuture recebe Lavoura, Mental Abstrato com participação de Tássia Reis, Marcelo Monteiro Sexteto; os DJs Dudão Melo, Samuel Subcultura e Amadeu Zoe, e os VJs Daniel Todeschi, PPires e Rica Ramos.
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Mental Abstrato feat. Tássia Reis - Criado em 2005 pelo trio de produtores Omig One, Calmão Tranquis e Guimas Bass, o Mental faz um hip hop jazz que bebe no jazz clássico, no jazz contemporâneo e nas raridades da música brasileira. Com uma harmonia perfeita entre performances de músicos convidados e samplers, o grupo destaca-se pela musicalidade e as batidas envolventes. Flutuando sutilmente pelo soul, groove, lounge e afro beat, eles alcançam a forte essência do fino hip hop jazz. Pure Essence, o primeiro álbum deles foi lançando exclusivamente no Japão em 2010 e também por selos como BBE, Far Out Records, IRMA Records e Paris DJs. Recentemente, o disco foi relançado em vinil.
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Tássia Reis é uma das apostas da novo hip hop com influências de R&B, jazz e MPB. Compositora, entre suas músicas estão Primavera, Meu RapJazz, Calma Preta, Agora que Eu Quero Ver, No seu Radinho e Asas. Em carreira solo desde 2013, Tássia iniciou como backing vocal da cantora Clawdia Ejara e fez participações ao lado de Marcelo D2, Rashid, AXL e da Mental Abstrato. No ano passado, a cantora de Jacareí foi escolhida para abrir a turnê de 25 anos do grupo Racionais MC’s.
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Lavoura - 
Formado em Bauru, em 2003, o Lavoura atualmente se apresenta como um septeto, com um artista visual integrado ao grupo.
Photosynthesis, o trabalho mais recente, foi mixado pelo músico e produtor Pipo Pegoraro, com quem já haviam trabalhado no disco anterior, Nu Steps. O disco foi lançado de maneira independente em 2014 e saiu este ano pela netlabel japonesa Bump Foot.
O grupo formado por Paulo Pires (bateria), Caleb Mascarenhas (synths), Fernando TRZ (synths, piano elétrico), Fabiano Alcântara (baixo), Junião (percussão), Marcelo Monteiro (sax, flauta) e Daniel Todeschi (VJ) vem de dedicando a promover o diálogo com outras expressões artísticas e espaços, tendo se apresentado este ano na Made – Mercado, Arte e Design, em galerias de arte e nas ruas, como no projeto Jazz na Escadaria.
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Marcelo Monteiro - Nascido em São Paulo, o saxofonista e flautista tocou com medalhões como Gilberto Gil, Cauby Peixoto, Wanderléa, Moraes Moreira e Elba Ramalho, além de participar da nova cena de música brasileira ativamente com Junio ​​Barreto, Ortinho, DJ Tudo e Sua Gente de Todo Lugar, Simone Sou, Projeto Cru e outros.
Jazz brasileiro com muito groove é a receita do Marcelo Monteiro Sexteto para criar em 2015 um som que dialoga com o jazz moderno, especialmente o hard bop dos anos 60. Ao mesmo tempo, o grupo do saxofonista paulistano se mostra aberto à África e aos orientalismos, encurtando a distância entre a improvisações de vanguarda e a música que faz dançar.
Lançado este ano, Rasante, o segundo álbum de Marcelo traz participações de Guilherme Kastrup nas percussões e um trio de cordas. Ao vivo, o sexteto ataca com Marcelo Monteiro (saxofones); Amilcar Rodrigues (trompete); Daniel Amorin (baixo); Marcelo Castilha (piano e teclados); Matheus Prado (percussão) e Mauricio Caetano (bateria).
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Dudão Melo - Fundador da Sambaloco Records, um dos selos mais importantes da história da música eletrônica brasileira, Dudão Melo tem uma longa história no território das fusões entre jazz e eletrônica, seja com seu coletivo, o SuperJazz, ou pela difusão no programa de rádio Jazz Masters. Com o SuperJazz, desde 2004 se dedica aos novos grooves orgânicos e eletrônicos, com residências que passaram por clubes como Sarajevo, Vegas, Afrospot, Mood, Loveland, Bourbon Street, Bar Brahma, Superloft, entre outros.
Ao promover o intercâmbio entre músicos e máquinas, o SuperJazz pavimentou caminhos e formou público, tendo sido um dos principais responsáveis por colocar no radar do público o lado mais underground e soulfull da música negra e eletrônica dos DJs, com a cena mais experimental e grooveada do jazz e da música instrumental.
A viagem sonora de Dudão vai do nu jazz a soul music, da funk disco à house, passando pelos ritmos africanos, latinos e brasileiros. Música que preservar e traz para o universo da música negra e eletrônica dos DJs o legado que o jazz imprimiu e segue imprimindo, a criação musical baseada na improvisação coletiva.
::Amadeu ZoeProdutor, pesquisador e editor da web rádio DADA Rádio, apresentando o programa “Electrojazz” dedicado às fusões do jazz com o eletrônico, do podcast REVERBE NETLABELS dedicado a difusão das Netlabels ou músicas sob licença Creative Commons e atualmente do programa Radiografias onde  explora as discografias de artistas consagrados. Foi curador da produção do CD “Netlabels Música livre pelo mundo” em março de 2009 e “Música Livre BR” em 2010 junto ao Centro Cultural da Juventude.

Produtor dos eventos de rua e festas do coletivo barulho.org, que tem como princípio a organização de apresentações visuais e sonoras como forma de reapropriar-se do espaço público como lugar de encontro e troca. É sócio e programador do Espaço Serralheria desde 2009, é também mestre em Geografia Humana, designer digital de blogs e mediador de redes de ação pela internet.
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Samuel Subcultura - Garimpeiro de grooves raros e futuristas, Samuel Subcultura surgiu em Sorocaba, cidade onde nasceu e mora, no contexto dos coletivos, em meados dos anos 90, com o Subcultura Sound System, de onde herdou o nome. Samuel conheceu a cultura DJ pelo hip hop e depois expandiu suas referências, chegando em um leque que inclui soulful house, deep house, future beats, broken beat, entre outros. O DJ, que participou do Batalha de DJs no Canal Multishow, é também um agitador cultural e mantém ao lado do DJ Erick Jay, a festa Soundstation.

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Links para ouvir
https://soundcloud.com/mental-abstrato
https://soundcloud.com/lavoura_music
https://soundcloud.com/marcelomonteirosax

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Serviço
Phuture | Lavoura + Mental Abstrato feat. Tássia Reis + Marcelo Monteiro Sexteto + DJ Samuel Subcultura (Soundstation) + VJ Daniel Todeschi (Jardim Elétrico) + Tag Tool Sessions com Paulo Pires + VJ Rica Ramos + DJ Amadeu Zoe (Dada Radio)
Serralheria | Rua Guaicurus, 857. Fone: 2592 39 23
07/11/15, 17h
Ingresso: Das 17h às 18h (grátis); das 18h às 20h (R$ 15); das 21h em diante (R$ 25)
Mais em: http://escapeserralheria.org/

Lavoura apresenta show Photosynthesis no Mundo Pensante, em SP, no Bixiga

O Lavoura leva o show “Photosynthesis”, com cenário e VJs, ao Mundo Pensante, no projeto Terça Open House (grátis), na terça-feira (18/11). No coração do Bixiga, na 13 de maio, o Mundo Pensante tem dado espaço e mostrado ao público bandas da cena instrumental de novo jazz em SP, de nomes como Otis Trio, Orquestra [...]

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O Lavoura leva o show “Photosynthesis”, com cenário e VJs, ao Mundo Pensante, no projeto Terça Open House (grátis), na terça-feira (18/11).

No coração do Bixiga, na 13 de maio, o Mundo Pensante tem dado espaço e mostrado ao público bandas da cena instrumental de novo jazz em SP, de nomes como Otis Trio, Orquestra Nômade e Projeto Coisa Fina, entre outros.

“Photosynthesis” é o quarto álbum do Lavoura, em 11 anos, e consolida a pesquisa sobre uma linguagem que se utiliza das fusões envolvendo a música do Atlântico Negro e a ciência do ritmo propiciada pelas máquinas.

O show terá cenário de Flávio Lima e projeções mapeadas pelos artistas visuais Daniel Todeschi e Carlos Pedreañez e participações especiais de Junião (percussão) e Thiago Duar (guitarra).

SERVIÇO
Lavoura apresenta Photosynthesis, terça-feiira (18/11)
Mundo Pensante
Rua Treze de Maio, 825 – Bela Vista – São Paulo – SP
Tel:. 50822657
www.mundopensante.com.br